1. Como funciona a política no Brasil
Dois políticos sentam em um bar e discutem:
- Tão dizendo que o problema do Brasil é a falta de Doutores.
- Ah, isso a gente resolve fácil, é só criar uma lei onde todo advogado é doutor.
2. Política do cotidiano:
(2 vizinhos no banco da vizinhança)
A: - Caramba, essa nossa associação só tem gente incompetente. A quadra de futebol está toda furada e ninguém faz nada.
B: - Devia ter alguém sério pra consertar os nossos problemas.
A: - Concordo.
B: - Acho que você seria uma boa pessoa.
A: - Bem que eu queria, mas não tenho tempo para essas coisas. E você?
B: - Não, tô muito atarefado.
(Em breve: Política na paquera, política no bar e outras)
Tuesday, March 27, 2012
Sunday, March 11, 2012
A princesa e o plebeu
A não muito tempo, estava circulando essa mensagem na internet:
"Todo homem que trata uma mulher como princesa, demonstra que foi educado por uma rainha"
Eu não sei muito sobre a vida da nobreza, mas interpreto mais ou menos assim:
A menos que você seja filho de uma rainha, você tem que tratar a mulher com sentimentos e curtir juntos as coisas simples do dia a dia.
Caso contrário, trate com toda a formalidade e regras de conduta para com uma princesa e claro, a necessidade de ser sempre vigiada.
Uma outra interpretação é de que a rainha tem que se preocupar demais com a imagem, então você trata a mulher como princesa se você só se preocupa com a imagem, ou então sua mãe foi ausente por estar sempre ocupada e você trata a mulher sendo ausente.
Mas de nenhuma forma consigo enxergar que uma princesa ou uma rainha é melhor exemplo que uma mãe que trabalha o dia inteiro, chega em casa cansada e ainda arruma tempo para cuidar da família, com todo amor que só uma mãe pode ter.
"Todo homem que trata uma mulher como princesa, demonstra que foi educado por uma rainha"
Eu não sei muito sobre a vida da nobreza, mas interpreto mais ou menos assim:
A menos que você seja filho de uma rainha, você tem que tratar a mulher com sentimentos e curtir juntos as coisas simples do dia a dia.
Caso contrário, trate com toda a formalidade e regras de conduta para com uma princesa e claro, a necessidade de ser sempre vigiada.
Uma outra interpretação é de que a rainha tem que se preocupar demais com a imagem, então você trata a mulher como princesa se você só se preocupa com a imagem, ou então sua mãe foi ausente por estar sempre ocupada e você trata a mulher sendo ausente.
Mas de nenhuma forma consigo enxergar que uma princesa ou uma rainha é melhor exemplo que uma mãe que trabalha o dia inteiro, chega em casa cansada e ainda arruma tempo para cuidar da família, com todo amor que só uma mãe pode ter.
Sunday, February 5, 2012
Porque fazer doutorado?
Sempre pensei em escrever um pouco sobre a vida de um doutorando e o porquê de fazer doutorado, mas sempre tive preguiça. Começo a escrever e paro na metade. Recentemente rolou uma pergunta: porque você quis ser cientista? Como tem muito, muito, muito tempo que não atualizo esse blog. Resolvi aproveitar essa oportunidade pra escrever minha experiência por aqui.
A essência de se tornar um pesquisador está na curiosidade. É estar sempre pensando como as coisas funcionam.
Mas isso não é exclusivo de um pesquisador. Diria que é do ser humano.
Gonzaguinha já cantava `o que é, o que é?`, se perguntando sobre o que é a vida. Só sabendo que `é bonita, é bonita e é bonita!`.
Eu também sempre quis entender como a vida funciona, mas com uma abordagem mais quantitativa.
Por isso acabei cursando biologia com um pouco de matemática.
No mestrado estudei o que leva uma sequencia de aminoácidos se dobrar em uma estrutura 3d. Processo essencial para a função das proteínas. É uma área interessante. Uma proteína mal dobrada pode até causar doenças (por exemplo, a doença da vaca louca, mal de Alzheimer, mal de Parkinson). Mas ainda não me sentia completamente satisfeito.
Diria que 90% das pessoas que terminam um mestrado saem confusos sobre o que quer da vida. Os outros 10% simplesmente sabem que não querem mais saber de estudar...
Também diria que 80% das estatísticas apresentadas são feito na hora, inclusive essa. Mas enfim, isso não importa agora.
O que importa é que para mim não foi diferente, terminei o mestrado e não sabia o que eu queria da vida. No sentido profissional, fazer pesquisa não me parecia tão divertido. No pessoal, continuava fazendo o que sempre gostei de fazer, mas queria explorar algo novo, mais aventura.
O fato é que é difícil saber aos 24 anos o que a gente quer da vida. E isso não é exclusivo para aqueles de área científica.
Se eu ficasse em Brasília, arranjasse um emprego público, ia ser um bom caminho. Mas fazer pesquisa podia ser excelente!
... ou não.
Por exemplo, sabia que não vale a pena gastar 5 anos estudando num doutorado e ficar insatisfeito no final. Mas também sabia que não queria, aos 24 anos de idade, engessar minha vida em um emprego que eu ia trabalhar já pensando em me aposentar aos 60.
Sabia também que não há outra maneira de descobrir se queria ou não fazer pesquisa sem me arriscar num doutorado.
A vida segue e a gente não pode ficar parado. Na dúvida, resolvi arriscar um doutorado fora, em uma área nova, que ainda conseguisse juntar a minha curiosidade por biologia e matemática: Bioinformática. O que é bioinformática? De maneira, simples, eu diria que a gente estuda a vida a partir do genoma. Não existe melhor maneira de estudar a evolução das espécies do que comparando a conservação de sequências no genoma. Mas bioinformática não se restringe a evolução.
Meu foco de estudo, por exemplo, é a rede de regulação dos genes de M. tuberculosis.
O que posso dizer é que o doutorado vai além de fazer pesquisa (e claro, a vida muito além do doutorado).
É uma oportunidade de explorar o mundo, conhecer pessoas novas, várias culturas. É um momento de sair do conforto de onde moramos e conhecer a nós mesmo. É fazer algo que te desafie de verdade, e você nem sabe se vai conseguir ou não. Tudo um um pouco confuso, meio nebuloso. Mas uma coisa parecia certa. Eu finalmente ia aprender a assistir filmes em inglês sem legenda!
E para concluir, nada melhor que mais algumas palavras do grande Gonzaguinha: "a beleza de ser um eterno aprendiz". Não sinto nada menos do que ser um eterno aprendiz!
A essência de se tornar um pesquisador está na curiosidade. É estar sempre pensando como as coisas funcionam.
Mas isso não é exclusivo de um pesquisador. Diria que é do ser humano.
Gonzaguinha já cantava `o que é, o que é?`, se perguntando sobre o que é a vida. Só sabendo que `é bonita, é bonita e é bonita!`.
Eu também sempre quis entender como a vida funciona, mas com uma abordagem mais quantitativa.
Por isso acabei cursando biologia com um pouco de matemática.
No mestrado estudei o que leva uma sequencia de aminoácidos se dobrar em uma estrutura 3d. Processo essencial para a função das proteínas. É uma área interessante. Uma proteína mal dobrada pode até causar doenças (por exemplo, a doença da vaca louca, mal de Alzheimer, mal de Parkinson). Mas ainda não me sentia completamente satisfeito.
Diria que 90% das pessoas que terminam um mestrado saem confusos sobre o que quer da vida. Os outros 10% simplesmente sabem que não querem mais saber de estudar...
Também diria que 80% das estatísticas apresentadas são feito na hora, inclusive essa. Mas enfim, isso não importa agora.
O que importa é que para mim não foi diferente, terminei o mestrado e não sabia o que eu queria da vida. No sentido profissional, fazer pesquisa não me parecia tão divertido. No pessoal, continuava fazendo o que sempre gostei de fazer, mas queria explorar algo novo, mais aventura.
O fato é que é difícil saber aos 24 anos o que a gente quer da vida. E isso não é exclusivo para aqueles de área científica.
Se eu ficasse em Brasília, arranjasse um emprego público, ia ser um bom caminho. Mas fazer pesquisa podia ser excelente!
... ou não.
Por exemplo, sabia que não vale a pena gastar 5 anos estudando num doutorado e ficar insatisfeito no final. Mas também sabia que não queria, aos 24 anos de idade, engessar minha vida em um emprego que eu ia trabalhar já pensando em me aposentar aos 60.
Sabia também que não há outra maneira de descobrir se queria ou não fazer pesquisa sem me arriscar num doutorado.
A vida segue e a gente não pode ficar parado. Na dúvida, resolvi arriscar um doutorado fora, em uma área nova, que ainda conseguisse juntar a minha curiosidade por biologia e matemática: Bioinformática. O que é bioinformática? De maneira, simples, eu diria que a gente estuda a vida a partir do genoma. Não existe melhor maneira de estudar a evolução das espécies do que comparando a conservação de sequências no genoma. Mas bioinformática não se restringe a evolução.
Meu foco de estudo, por exemplo, é a rede de regulação dos genes de M. tuberculosis.
O que posso dizer é que o doutorado vai além de fazer pesquisa (e claro, a vida muito além do doutorado).
É uma oportunidade de explorar o mundo, conhecer pessoas novas, várias culturas. É um momento de sair do conforto de onde moramos e conhecer a nós mesmo. É fazer algo que te desafie de verdade, e você nem sabe se vai conseguir ou não. Tudo um um pouco confuso, meio nebuloso. Mas uma coisa parecia certa. Eu finalmente ia aprender a assistir filmes em inglês sem legenda!
E para concluir, nada melhor que mais algumas palavras do grande Gonzaguinha: "a beleza de ser um eterno aprendiz". Não sinto nada menos do que ser um eterno aprendiz!
Tuesday, March 23, 2010
"O copo está meio cheio ou meio vazio?"
"O copo está meio cheio ou meio vazio?"
Essa é uma das frases mais preconceituosa de todas. E é um bom exemplo para se pensar sobre uma segunda interpretação para tudo. Para mim, o copo está meio vazio.
O pre-conceito da pergunta te leva a pensar que eu sou pessimista, porque:
"O otimista vê o copo meio cheio. O pessimista vê o copo meio vazio."
Eu penso diferente: O cara que não gosta de beber, vê o copo meio cheio, o cara que gosta do que bebe, vê o copo meio vazio."
Ou então:
"Se você não tem sede, o copo tá meio cheio. Mas se você tá com sede, o copo tá meio vazio."
E aí você pode interpretar: O cara que enxerga o copo meio vazio, ele sente falta de algo, e busca saciar sua sede.
Essa é uma das frases mais preconceituosa de todas. E é um bom exemplo para se pensar sobre uma segunda interpretação para tudo. Para mim, o copo está meio vazio.
O pre-conceito da pergunta te leva a pensar que eu sou pessimista, porque:
"O otimista vê o copo meio cheio. O pessimista vê o copo meio vazio."
Eu penso diferente: O cara que não gosta de beber, vê o copo meio cheio, o cara que gosta do que bebe, vê o copo meio vazio."
Ou então:
"Se você não tem sede, o copo tá meio cheio. Mas se você tá com sede, o copo tá meio vazio."
E aí você pode interpretar: O cara que enxerga o copo meio vazio, ele sente falta de algo, e busca saciar sua sede.
Friday, January 22, 2010
As pessoas de nossa vida.
Hoje senti uma vontade de escrever. A gente (pelo menos eu) tá sempre pensando sobre a vida, pensando sobre o mundo, refletindo sobre nossas visões de mundo, aprendendo, caminhando ou o que seja. Gosto de pensar um pouquinho de tudo, da ciência ao nosso redor, da política por de trás de nossos comportamentos, da política do dia-a-dia, dos comportamentos humanos, da leveza de viajar, sentar à beira praia e apenas não fazer nada. Enfim várias coisas.
Vou começar com essa frase:
"We respect people who think different, we like people who think similar and we amaze about people who make us think different. But we love those who make us feel."
Que significa:
"Nós respeitamos as pessoas que pensam diferente, gostamos daquelas que pensam parecido e admiramos àquelas que nos fazem pensar diferente. Porém, amamos aquelas que nos fazem sentir.
Na real, fui eu mesmo que escrevi essa frase. Talvez essa frase reflita muito de mim mesmo, se você acha que não se inclui na frase, tudo bem, apenas substitua o "nós" por tonhão e acerte a conjugação. Vai continuar valendo! Eu concordo 100% com essa frase, mas claro, não sou 100% essa frase.
Gosto de pensar na vida, imaginar o mundo ideal, imaginar como as pessoas deveriam agir para atingir tal objetivo, imaginar as consequencias desse comportamento. Por muito tempo -com ênfase no período de graduação- ficava imaginando como deveríamos se organizar, como agir por um melhor ambiente, como criar um mundo mais justo... Nesse momento eu penso várias formas de organização, várias idéias. Nenhuma realmente me convence como ideal. Mas de modo geral, todas elas possuem uma parte essencial, que é "respeitar a diferença". (Sobre esse tópico, poderia escrever por vários e vários momentos).
E aí estou aqui no estrangeiro, achando tudo muito estranho, as pessoas todas estranhas, a cultura estranha. Às vezes eu até falo mal de tudo isso, mas depois durmo com a idéia na cabeça: "respeite à diferença", tenta entender os caras. Eu estou na terra deles, se eu não respeitá-los aqui, porque eles teriam que me respeitar? E na real, eu penso mais sobre a intenção das pessoas. Continuo achando estranho, diferente, não concordo, mas respeito.
Começo a conviver com diversas pessoas, todo mundo é muito diferente. Sinto falta dos meus amigos. Com a tempo a gente vai conhecendo pessoas com alguns gostos parecidos, e aí vem a segunda parte: "A gente gosta das pessoas que pensam parecido".
De modo geral, tenho minha visão do mundo que considero muito sólidas. Não me considero cabeça dura, aceito mudar de opnião à qualquer momento. Mas acho difícil alguém me convencer de uma opnião diferente. Alguém que fala uma idéia que eu nunca havia pensado antes ou algo que eu ache realmente fascinante ou mudo minha maneira de enxergar o mundo. Esse tipo de pessoa eu fico realmente admirado (eu sei vários exemplos na minha vida, talvez você nem saiba mas pode ter sido uma dessas pessoas). E nesse momento eu digo "A gente admira as pessoas que nos fazem pensar diferente". (A biologia em si não é uma pessoa, mas me abre a cabeça a todo momento. A natureza é surpreendente).
E a gente começa a pensar demais sobre a vida. Tudo não faz muito sentido. E nesse momento aparecem pessoas na nossa vida que nos fazem sentir. Não interessa se pensam igual, diferente, se é "esperto" ou não. E essas pessoas que nos tira do mundo das idéias para sentir, esss pessoas a gente simplesmente ama.
Acho legal falar sobre essas pessoas. E são várias. São aquelas pessoas que a cada encontro te da um abraço. É aquele amigo que você não vê com muita frequência, mas sempre que encontra, lhe enche de felicidade. É aquela pessoa com quem não temos formalidade. São todas aquela pessoas, - algumas convivemos diariamente, algumas passamos pouco tempo juntos, outras nunca vemos -, mas são pessoas que só pensar nos traz uma boa lembrança e sentir um carinho por elas.
Vou começar com essa frase:
"We respect people who think different, we like people who think similar and we amaze about people who make us think different. But we love those who make us feel."
Que significa:
"Nós respeitamos as pessoas que pensam diferente, gostamos daquelas que pensam parecido e admiramos àquelas que nos fazem pensar diferente. Porém, amamos aquelas que nos fazem sentir.
Na real, fui eu mesmo que escrevi essa frase. Talvez essa frase reflita muito de mim mesmo, se você acha que não se inclui na frase, tudo bem, apenas substitua o "nós" por tonhão e acerte a conjugação. Vai continuar valendo! Eu concordo 100% com essa frase, mas claro, não sou 100% essa frase.
Gosto de pensar na vida, imaginar o mundo ideal, imaginar como as pessoas deveriam agir para atingir tal objetivo, imaginar as consequencias desse comportamento. Por muito tempo -com ênfase no período de graduação- ficava imaginando como deveríamos se organizar, como agir por um melhor ambiente, como criar um mundo mais justo... Nesse momento eu penso várias formas de organização, várias idéias. Nenhuma realmente me convence como ideal. Mas de modo geral, todas elas possuem uma parte essencial, que é "respeitar a diferença". (Sobre esse tópico, poderia escrever por vários e vários momentos).
E aí estou aqui no estrangeiro, achando tudo muito estranho, as pessoas todas estranhas, a cultura estranha. Às vezes eu até falo mal de tudo isso, mas depois durmo com a idéia na cabeça: "respeite à diferença", tenta entender os caras. Eu estou na terra deles, se eu não respeitá-los aqui, porque eles teriam que me respeitar? E na real, eu penso mais sobre a intenção das pessoas. Continuo achando estranho, diferente, não concordo, mas respeito.
Começo a conviver com diversas pessoas, todo mundo é muito diferente. Sinto falta dos meus amigos. Com a tempo a gente vai conhecendo pessoas com alguns gostos parecidos, e aí vem a segunda parte: "A gente gosta das pessoas que pensam parecido".
De modo geral, tenho minha visão do mundo que considero muito sólidas. Não me considero cabeça dura, aceito mudar de opnião à qualquer momento. Mas acho difícil alguém me convencer de uma opnião diferente. Alguém que fala uma idéia que eu nunca havia pensado antes ou algo que eu ache realmente fascinante ou mudo minha maneira de enxergar o mundo. Esse tipo de pessoa eu fico realmente admirado (eu sei vários exemplos na minha vida, talvez você nem saiba mas pode ter sido uma dessas pessoas). E nesse momento eu digo "A gente admira as pessoas que nos fazem pensar diferente". (A biologia em si não é uma pessoa, mas me abre a cabeça a todo momento. A natureza é surpreendente).
E a gente começa a pensar demais sobre a vida. Tudo não faz muito sentido. E nesse momento aparecem pessoas na nossa vida que nos fazem sentir. Não interessa se pensam igual, diferente, se é "esperto" ou não. E essas pessoas que nos tira do mundo das idéias para sentir, esss pessoas a gente simplesmente ama.
Acho legal falar sobre essas pessoas. E são várias. São aquelas pessoas que a cada encontro te da um abraço. É aquele amigo que você não vê com muita frequência, mas sempre que encontra, lhe enche de felicidade. É aquela pessoa com quem não temos formalidade. São todas aquela pessoas, - algumas convivemos diariamente, algumas passamos pouco tempo juntos, outras nunca vemos -, mas são pessoas que só pensar nos traz uma boa lembrança e sentir um carinho por elas.
Saturday, December 27, 2008
Semana do Natal
E aí pessoal...
Então, tem um tempão que não escrevo aqui no blog. Como essa é uma data especial e muito comemorativa, resolvi escrever um pouco (na verdade, acho que tem coisa engraçada pra mostrar, e não posso perder o tempo).
A minha semana de natal começou bem. Dia 20 (sábado) fiz minha última prova, de biologia molecular. Ou seja, dia 21 (domingo), estava de férias.
O que fazer nas férias? Estava a voltar pro Brasil dia 25/12, no dia do natal. O Fabrício, amigo meu de Brasília, estava lá em Boston comigo. Como passei quase 5 meses naquela cidade, eu e o Fabrício resolvemos ir pra Nova Iorque (4horas de viagem de ônibus, por U$15.00).
O legal de lá? Bom,
-a cidade é bonita,
- é massa andar a pé,
- pegamos -11 graus (isso nao é tão legal),
- patinamos no gelo por umas 3h ouvindo música de papai noel
- O lago do central park tava congelado, a gente tacava pedra de gelo lá e ela deslizava por horas (isso foi muito muito massa).
- se perdemos pra encontrar o ônibus de volta pra Boston (isso foi uma merda).
Bom, dia 23, às 21h voltamos pra Boston, chegamos 1h do dia 24.
O dia da véspera de natal:
Esse dia foi mó correria pra mim. Ia voltar pro Brasil esse dia, e tinha que pegar o meu cheque do mês de dezembro e depositar na conta. Liguei pro Banco de lá e eles disseram que ficavam aberto até às 5pm. Fiquei tranquilo então.
12pm
Sai de casa por volta de meio-dia, fui na universidade, peguei meu cheque, fiz uma cera lá, e fui pro Banco.
2:03pm
Porém, quando fui depositar o cheque... Banco fechado (nunca confie em banco e ganhe U$63)*. Me lasquei. Tava sem dinheiro, mas com um cheque de XXXX dólares na mão, sem ter como depositar. Fiquei pingando pra ver se tinha outroa centrais abertas e tentando ligar pro banco para pedir informaçoes.
*Se quiserem saber porque, pergunte que explico depois.
3:30pm
Acabou que consegui depositar no em caixa automático.
3:45pm
Com a idéia de que teria o dinheiro na conta no dia 26, fui na Best Buy ( uma loja legal lá, onde se joga video game de graça), e comprei uma máquina digital (até que enfim, passei 5 meses sem tirar fotos de lá).
3:47pm
Depois eu e Fabrício ficamos na Best Buy jogando Guitar Hero, um jogo que simula você tocando guitarra/baixo/batera. JOgamos um tempão... É muito doido.
6pm
De lá fomos comer uma comida Brasileira do outro lado da cidade e voltamos pra minha casa (chegamos em casa umas 21h). Mas antes de ir pra casa, compramos os preparativos pra seia de natal. Era uma caixa de cerveja e a idéia era comprar umas fatias de peito-de-peru de natal. Não tinha perto de casa, então a ceia foi feita com salame de natal.
9pm
Era umas 21h lá em casa, e eu ainda tinha que lavar minhas roupas, secar e fazer minha mala. Como descrever roupa sendo lavada e secada é meio chato, vou pular duas horas desses detalhes... Agora são 23h, quase natal, mas em Brasília eram 2 horas já, já depois do natal.
11pm
Falamos com a Família do Fabrício e com a minha. Foi bem divertido. E aqui começa a parte legal, que me fez querer escrever esse post. Fizemos um amigo oculto com o pessoal que estava em Boston. Aqui está o vídeo:
11:35pm
http://www.youtube.com/watch?v=G9YKJP46tVs
Bom, achei bem divertido. Depois disso, fui pro Aeroporto, fiz escala em Miami (passei o dia lá), e depois cheguei em SP e Bsb. Tive um churrasco de família, e agora a pouco estarei viajando pra Floripa. Dia 04/01 do ano que vem estarei de volta. Aí falo com mais pessoas mais calmos.
É isso, Abraço pessoals.
Antonio
Então, tem um tempão que não escrevo aqui no blog. Como essa é uma data especial e muito comemorativa, resolvi escrever um pouco (na verdade, acho que tem coisa engraçada pra mostrar, e não posso perder o tempo).
A minha semana de natal começou bem. Dia 20 (sábado) fiz minha última prova, de biologia molecular. Ou seja, dia 21 (domingo), estava de férias.
O que fazer nas férias? Estava a voltar pro Brasil dia 25/12, no dia do natal. O Fabrício, amigo meu de Brasília, estava lá em Boston comigo. Como passei quase 5 meses naquela cidade, eu e o Fabrício resolvemos ir pra Nova Iorque (4horas de viagem de ônibus, por U$15.00).
O legal de lá? Bom,
-a cidade é bonita,
- é massa andar a pé,
- pegamos -11 graus (isso nao é tão legal),
- patinamos no gelo por umas 3h ouvindo música de papai noel
- O lago do central park tava congelado, a gente tacava pedra de gelo lá e ela deslizava por horas (isso foi muito muito massa).
- se perdemos pra encontrar o ônibus de volta pra Boston (isso foi uma merda).
Bom, dia 23, às 21h voltamos pra Boston, chegamos 1h do dia 24.
O dia da véspera de natal:
Esse dia foi mó correria pra mim. Ia voltar pro Brasil esse dia, e tinha que pegar o meu cheque do mês de dezembro e depositar na conta. Liguei pro Banco de lá e eles disseram que ficavam aberto até às 5pm. Fiquei tranquilo então.
12pm
Sai de casa por volta de meio-dia, fui na universidade, peguei meu cheque, fiz uma cera lá, e fui pro Banco.
2:03pm
Porém, quando fui depositar o cheque... Banco fechado (nunca confie em banco e ganhe U$63)*. Me lasquei. Tava sem dinheiro, mas com um cheque de XXXX dólares na mão, sem ter como depositar. Fiquei pingando pra ver se tinha outroa centrais abertas e tentando ligar pro banco para pedir informaçoes.
*Se quiserem saber porque, pergunte que explico depois.
3:30pm
Acabou que consegui depositar no em caixa automático.
3:45pm
Com a idéia de que teria o dinheiro na conta no dia 26, fui na Best Buy ( uma loja legal lá, onde se joga video game de graça), e comprei uma máquina digital (até que enfim, passei 5 meses sem tirar fotos de lá).
3:47pm
Depois eu e Fabrício ficamos na Best Buy jogando Guitar Hero, um jogo que simula você tocando guitarra/baixo/batera. JOgamos um tempão... É muito doido.
6pm
De lá fomos comer uma comida Brasileira do outro lado da cidade e voltamos pra minha casa (chegamos em casa umas 21h). Mas antes de ir pra casa, compramos os preparativos pra seia de natal. Era uma caixa de cerveja e a idéia era comprar umas fatias de peito-de-peru de natal. Não tinha perto de casa, então a ceia foi feita com salame de natal.
9pm
Era umas 21h lá em casa, e eu ainda tinha que lavar minhas roupas, secar e fazer minha mala. Como descrever roupa sendo lavada e secada é meio chato, vou pular duas horas desses detalhes... Agora são 23h, quase natal, mas em Brasília eram 2 horas já, já depois do natal.
11pm
Falamos com a Família do Fabrício e com a minha. Foi bem divertido. E aqui começa a parte legal, que me fez querer escrever esse post. Fizemos um amigo oculto com o pessoal que estava em Boston. Aqui está o vídeo:
11:35pm
http://www.youtube.com/watch?v=G9YKJP46tVs
Bom, achei bem divertido. Depois disso, fui pro Aeroporto, fiz escala em Miami (passei o dia lá), e depois cheguei em SP e Bsb. Tive um churrasco de família, e agora a pouco estarei viajando pra Floripa. Dia 04/01 do ano que vem estarei de volta. Aí falo com mais pessoas mais calmos.
É isso, Abraço pessoals.
Antonio
Wednesday, December 24, 2008
Voltando pro Brasil
E aí Pessoal.......
Então, estarei voltando pro Brasil. Chego em SP dia 26 de dezembro. Vou pra Floripa, passo um tempo lá, e chego em Bsb dia 04.
Beijos e Beijas.
Antonio.
Então, estarei voltando pro Brasil. Chego em SP dia 26 de dezembro. Vou pra Floripa, passo um tempo lá, e chego em Bsb dia 04.
Beijos e Beijas.
Antonio.
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